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24/01/2011

Aborto: como a Palavra de Deus considera uma criança não nascida




Aborto: como a Palavra de Deus considera uma criança não nascida?
A pergunta crucial.
A pergunta, posta diante de nós é se a criança é ou não um homem, uma pessoa humana
à imagem de Deus, e se o aborto, por isso, transgride ou não este mandamento primário de
Deus.
Como cristãos que estão debaixo da autoridade da Palavra de Deus, voltamo-nos para
ela e indagamos que evidências, diretas ou indiretas, ela pode nos fornecer sobre o aborto, e,
em particular sobre como as Escrituras consideram a criança.
Nossa investigação defronta-se, inevitavelmente, com as seguintes questões: Que diz as
Escrituras sobre a criança? Considera-a como humana, ou não? As Escrituras indicam quando
é que se inicia a vida humana, i.e., quando é que o homem começa a ser uma pessoa à imagem
de Deus?
Salmo 139.13-16.
Este é um exemplo extraordinário daquelas passagens que se referem a uma pessoa em
seu estado fetal. Entre outras frases significativas encontra-se o versículo 13: “entreteceste-me
no ventre de minha mãe”. A importância desta declaração reside no fato de que o salmista
refere-se a si mesmo na sua identidade humana pessoal embora estivesse no ventre de sua
mãe: “entreteceste-me”. Ele refere-se a si mesmo, antes e depois do nascimento, na sua
unidade psicossomática. Aquele que agora dá graças a Deus, no versículo 14, é o mesmo que
foi maravilhosamente formado em secreto no ventre da sua mãe, versículos 13 a 15.
Salmo 51.5.
Aqui se esclarece a identificação da humanidade da criança, e, ao mesmo tempo, se
exclui qualquer tendência para se dizer que isso não passa de uma mera licença poética. “Eu
nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe”. A afirmação de Davi é que ele
estava marcado e caracterizado pelo pecado desde o momento da sua concepção no ventre da
mãe. Falar sobre alguém no instante da sua concepção, e fazê-lo nos termos da sua
pecaminosidade, é afirmar a sua humanidade desde o momento da concepção. A pessoa que
fala de si mesma como o humano “eu” que ao nascer estava em iniqüidade (v.5a) é a mesma
que fala de si (“me”) quando foi concebida em pecado pela sua mãe (v.5b).
A iniqüidade e o pecado não são nem o ato sexual da concepção nem o ato do
nascimento, mas a pecaminosidade inerente ao salmista e a todas as pessoas desde o momento
de sua existência como ser humano. Davi descreve aquele momento de existência como o
instante em que sua mãe o concebeu.
Jeremias 1.4, 5
“A mim veio, pois, a palavra do SENHOR, dizendo: Antes que eu te formasse no ventre
materno, eu te conheci, e antes que saísses da madre, te consagrei e te constitui profeta às
nações”. Esta passagem começa com a afirmação de que o Senhor conhecia a Jeremias antes
mesmo de formá-lo no ventre.
Tais expressões como conhecer, formar e consagrar indicam que Jeremias é
considerado, pelo próprio Deus, como um ser humano enquanto no ventre. O fato de que
Deus o conhecia ou o escolheu mesmo antes de sua existência começar no ventre não nega o
fato de que o que estava formado no ventre era uma pessoa humana, reconhecida e
considerada por Deus como tal.
Lucas 1.24-26
Esta é uma das mais relevantes passagens do Novo Testamento. O versículo 41 diz que
a criança de Isabel lhe estremeceu no ventre quando ela ouviu a saudação de Maria. “A
criança estremeceu de alegria dentro em mim” (v.44). Temos aqui um feto de seis meses
descrito nos termos da emoção humana da alegria. Esta mesma criança é tratada, no versículo
36, como “um filho”.

Esses são apenas alguns pontos,a bilblia é bem clara com esse tema usamos aqui o termo “aborto” para indicar a expulsão de uma criança viva do ventre
materno pela instrumentalidade humana, com o objetivo de exterminar a criança.
O motivo da nossa preocupação, como cristãos, está no próprio fato de ser ela uma
criança ainda não nascida cuja vida é aniquilada. É inevitável e apropriado que os cristãos
abordem este assunto a partir do ponto de vista divino quanto à vida humana, expresso no
sexto mandamento: “Não matarás” (Êx 20.13).

Retirado do livro - O ABORTO,
A BÍBLIA E O TESTEMUNHO DA IGREJA
Por George W Knight III

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