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05/08/2011

Mais de 60% dos brasileiros não querem ver beijo gay na TV



Pesquisa foi realizada em julho com três mil entrevistados

Mais de 60% dos brasileiros não querem ver beijo gay na TV
Nesta semana o instituto Data Popular divulgou que 63% dos brasileiros não concordam com a exibição de beijo gay em novelas. A pesquisa foi realizada em julho, com três mil entrevistados.


Entre os homens, 45% se sentem incomodados ao ver duas pessoas do mesmo sexo se beijando e 25% muito incomodados. Das mulheres, 41% se incomodam e 19% se dizem muito incomodadas.


Recentemente, o próprio Aguinaldo Silva, autor da novela da Rede Globo, Fina Estampa, fez uma declaração a respeito do beijo gay. “Beijo gay só na minha casa. As pessoas não querem ver esse tipo de cena. Dá ibope só no dia, depois perde audiência”.


A estudante de psicologia Patrícia Rosa opina a respeito da seriedade de uma cena como essa. “Ser gay hoje parece ser algo que está na ‘moda’, mas no fundo as pessoas sabem que não é essa a estrutura familiar correta e se sentem incomodadas. Um beijo é um ato muito íntimo entre duas pessoas e mostrá-lo entre pessoas do mesmo sexo, em um programa de grande audiência, parece tornar aceita uma atitude que na verdade não é”.


A pesquisa avaliou ainda, com relação à aceitação de um filho homossexual, que 59% dos homens disseram que não gostariam de descobrir que um filho é homossexual enquanto entre as mulheres esse índice foi de 41%.




Fonte: Christian Post

07/12/2010

Aborto não é aceito por maioria dos brasileiros, indica pesquisa

Segunda-feira, 06 de dezembro de 2010, 18h43
Aborto não é aceito por maioria dos brasileiros, indica pesquisa
Leonardo Meira, com colaboração de Nicole Melhado
Da Redação, com informações da pesquisa Vox Populi e iG


Vox PopuliGráfico com opinião dos entrevistados sobre abortoA grande maioria dos brasileiros continua sendo contrária à legalização do aborto. De acordo com pesquisa do Instituto Vox Populi – encomendada pelo Portal iG – divulgada neste domingo, 5, 82% dos entrevistados são contra mudanças na normativa jurídica que regula o tema.


Do total de 2.200 pessoas entrevistadas, 1.760 acreditam que a legislação deve continuar da forma atual. Somente 14% dos entrevistados (308) são favoráveis à descriminalização da prática e 4% (88) não possuem uma opinião formada sobre o assunto ou não responderam.


Para o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, o resultado corresponde aos sentimentos dos brasileiros, não somente por causa da influência religiosa no país, mas por suas convicções éticas e morais a respeito da vida. “Este é um dado muito positivo. Mostra que muitas pessoas, mesmos as não religiosas, são sensíveis a este tema e acreditam que o ser humano não é um objeto que se possa expor”, salienta o cardeal.


Dom Odilo destaca ainda que a luta contra o aborto não é uma questão apenas religiosa, mas diz respeito a preservação dos direitos humanos, e a Igreja tem cumprido bem seu papel nesta luta. “Esse resultado nos anima a continuar nossos esforços para influênciar a cultura dos brasileiros em favor da vida e da ética”, enfatiza.




Mais que uma questão religiosa


As regiões Norte e Centro-Oeste concentram a maior taxa de pessoas que defendem a manutenção da prática na lista de crimes do Código Penal brasileiro – 89% do total. Já o Sudeste apresenta o menor índice, ainda assim elevado, onde 77% são contra a interrupção da gravidez.


A pesquisa também salientou que a defesa da descriminalização do aborto é mais perceptível na opinião de moradores de grandes cidades (19%) do que na de habitantes de pequenos municípios (9%).


O índice de rejeição à prática do aborto é maior entre eleitores com nível superior e alcança seu cume entre eleitores que se dizem religiosos (86% dos evangélicos são contrários). No entanto, não há mudanças substanciais nos quesitos gênero, idade ou renda.


Os altos patamares de rejeição à prática do aborto são os mesmos entre eleitores de Dilma e Serra (82%) e são constatados tanto entre eleitores religiosos quanto entre os que dizem não ter religião (78%), indicativo de que o tema não está necessariamente vinculado a sentimentos religiosos.


Para 72% das pessoas, o futuro governo da presidente Dilma Rousseff não deveria sequer propor alguma lei que descriminalize o aborto – a posição é compartilhada por católicos (73%), evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).




União homossexual e uso de drogas


O Vox Populi mostra que a união civil entre homossexuais não deveria ser permitida no País na opinião de 60% da população, contra 35% que defende esse direito.


A rejeição não afeta exclusivamente entrevistados que se declaram religiosos. 56% dos que afirmam não ter religião também se dizem contra a união civil entre gays, apesar de o maior índice ser constatado entre evangélicos: 78%.


A pesquisa também indicou que praticamente nove em cada dez brasileiros (87%) são contra a descriminalização do uso de drogas. A posição é compartilhada por pessoas pertencentes a diferentes religiões, idades, escolaridade e preferências políticas.


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