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16/02/2013

Novo meteoro se aproxima e realmente pode acabar com a Terra



Arte representando meteoro atingindo a superficie da Terra. Cena dantesca! - Foto: WEB
Não é fantasia. Apenas não vemos a matéria na grande mídia justamente para não causar pânico. Na semana passada, relatamos o caso de um pequeno asteróide que quase colidiu com o planeta e os cientistas sabiam que ele passaria, mas resolveram não fazer alarde. Mas em 2019, daqui a apenas 10 anos, um imenso bloco de rocha de mais de 2 km de diâmetro ameaça acabar com o planeta.

Procuramos na web apenas fontes seguras, como a revista de economia Isto É. Os links estão no fim da matéria. A razão da não divulgação na imprensa comum é o seguinte. Imagine se soubéssemos que na próxima semana um asteróide como este fosse cair na Terra. No mesmo instante, milhões, ou mesmo bilhões de pessoas em todo o mundo iriam pedir as contas de seus empregos e saquear mercados fazendo provisões de água mineral e alimentos não-perecíveis.

Já há relatos que grandes milionários já estariam providenciando abrigos subterrâneos imensos, com poços artesianos e muitos alimentos desidratados, para pelo menos 2 anos. É difícil dizer se valeria a pena tentar correr. Pode acontecer também do asteróide passar raspando ou atingir a Lua quem sabe. Isso também poderia provocar um caos, visto o pânico e pedaços de nosso satélite caindo sobre a Terra. Possivelmente o eixo da Terra poderia mudar de inclinação, colocando os pólos no equador e as américas em um dos pólos.

O 2002 NT7, nome dado a este corpo descoberto em 2002 já está sendo monitorado e diversos países já estão correndo para destruí-lo ou, se possível, desviar seu curso. Como será o possível fim da humanidade (Texto da IstoÉ):

Ao tocar a Terra, no primeiro segundo, um continente inteiro será varrido do mapa. O asteróide de dois quilômetros de diâmetro provocará uma onda de mais de 1 km de altura. Dez minutos depois, todo o planeta estará mergulhado numa nuvem de pó e, em uma semana, a Terra ficará em trevas.

A escuridão permanecerá por dois anos. A vida vegetal será extinta em quatro semanas e pelo menos 2 bilhões de terráqueos (um terço da população) serão dizimados somente com a explosão. O impacto terá a violência de 1,2 milhão de megatons, o equivalente a 60 mil bombas atômicas atuais ou ainda a 90 milhões daquelas despejadas sobre Hiroshima em 1945.

A força será duas vezes superior àquela provocada pelo meteoro que há milhões de anos varreu da superfície terrestre os dinossauros.

08/11/2011

Asteroide que passa 'raspando' pela Terra poderá ser visto do Brasil



Observação precisa de telescópio com pelo menos 20 centímetros.
Corpo celeste estará a menos de 325 mil km da Terra.


O asteroide 2005 YU55, que está passando perto da Terra, será visível do Brasil, mas não a olho nu. Segundo o astrônomo Cássio Barbosa quem quiser observar o fenômeno vai precisar de um telescópio com lente de pelo menos 8 polegadas -- ou 20 centímetros.
O astrônomo, que é colunista do G1, avisa que os brasileiros devem olhar para o céu na direção norte. Porém, como o asteroide vai passar muito perto, o ponto vai variar de acordo com a latitude.
"Para tornar a observação ainda mais complicada, se moverá muito rápido no céu quando passar", completa Scott Fisher, diretor da Divisão de Astronomia da Fundação Nacional de Ciências dos EUA. A observação será mais fácil no hemisfério norte do que ao sul do Equador.
O corpo celeste atinge nesta terça-feira (8) o ponto mais próximo de nosso planeta. A Nasacalcula que, às 21h28 (horário de Brasília), ele estará a menos de 325 mil quilômetros da Terra, ou seja, mais perto que a distância que nos separa da Lua.
Asteroide 2005 YU55, em imagem desta segunda (7) (Foto: Nasa/JPL-Caltech )Asteroide 2005 YU55, em imagem desta segunda (7) (Foto: Nasa/JPL-Caltech )
"Essa a aproximação mais rente de um asteroide que já ficamos sabendo com antecedência em toda a história", afirma Lance Benner, pesquisador do Laboratório de Propulsão de Jatos (JPL), órgão da Nasa responsável por essas contas.
"O 2005 YU55 não vai bater na Terra, pelo menos não dentro do período que conseguimos calcular, que se estende por vários séculos", completa o especialista.
O asteroide, que tem cerca de 400 metros de uma ponta à outra, passa com regularidade perto de Vênus, da Terra e de Marte, mas não chega tão próximo de nós há pelo menos 200 anos.
A última vez que um corpo celeste tão grande chegou tão perto de nós foi em 1976, mas, na época, os astrônomos não previram a visita. A próxima visita de um asteroide desse tamanho está prevista para 2028.
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